Autor

Filho de António da Rocha (1924/2011) e de Maria Rosa Gomes (1929/2008) nasceu em Campanhã – Porto, 1950 anos depois de Jesus Cristo.

Foi aluno do Liceu Alexandre Herculano / Porto (1960/1966) de onde saiu para trabalhar como empregado de escritório, na rua do Rosário/Porto.

Fez jornalismo dos 20 aos 30 anos, nomeadamente no Jornal de Noticias, no jornal O Porto, no Jornal Voz da Guiné, e no Jornal do Desporto onde em 1975 publicou 7 “lições de xadrez”, tendo dinamizado e integrado a comissão organizadora do I Encontro de Gerações do JN, em 2009.

Em 1978 foi director da revista “Cadernos de Xadrez” editados pela Associação de Xadrez do Porto, à qual presidiu em 77/78 , tendo praticado aquela modalidade (a par do atletismo), no F.C. Porto, cujos órgãos directivos integrou sob a presidência do banqueiro Afonso Pinto de Magalhães.

Integra , também, como representante da secção de xadrez o Museu do F.C. Porto, no estádio do Dragão, ao qual doou registos de torneios em que participou.

Durante a guerra colonial na Guiné-Bissau (72/74) – onde após o “25 de Abril” foi eleito delegado do Movimento das Forças Armadas – apaixonou-se pela policromia da incomparável terra africana e pelo alvoroço por vezes dantesco dos gestos, dos rostos e das sensuais e inebriantes danças nativas.
Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra , foi funcionário e entretanto Advogado da Caixa Geral de Depósitos ( Lisboa, Porto, Bragança, Vila Real, Aveiro e Guimarães) de 1976 a 2002.

Durante 11 anos ( 1985/1996) foi Presidente da Direcção e Comandante dos Bombeiros Voluntários Portuenses, associação à qual voltou a presidir em 2013/2014, sendo Presidente Honorário dos BVLisbonenses (Lisboa) e “agraciado” pelos Sapeurs Pompiers de Bordeaux (França).

Foi dirigente da Casa do Douro/Régua (2004/06) e do Ateneu Comercial do Porto (2009/10), integrando actualmente o conselho fiscal da Cooperativa “Árvore”. Não desfruta, (nem pretende desfrutar…) de qualquer formação académica no domínio das chamadas “artes plásticas”, continuando a exercer advocacia no seu escritório no Porto e na Praia da Granja, onde sem escola nem escala , vem pintando “ao Deus dará”, numa expressão de pintura vadia e descomprometida, sem pudor dos “olhares” que não sabe desenhar.

Fez a sua primeira exposição ( intitulada “desenhos de menino” ) em Abril de 2009 no Ateneu Comercial do Porto.

Guarda ciosamente, como estímulos preciosos, as considerações que sobre os seus trabalhos foram escritas ou ditas, entre outros, pelo pintor José Emídio, pelo economista Manuel Barroca, pelo professor Antero Afonso, pelo solicitador Joaquim Baleiras , pela designer Ana De Pinho , pelo psiquiatra Mota Cardoso , pelo advogado Eduardo Lopes e pelo arquitecto Henrique Coelho.